Entretanto a suposta empresa chinesa é 100% acreana.
O governo do estado anunciou a venda da área da Zona de Processamento de Exportação (ZPE), para um, supostamente, importante grupo Chinês.
Entretanto a suposta empresa chinesa acreana e está instalada na Rua Marechal Deodoro, em Rio Branco, com uma filial em Porto Velho (RO). A China Haiyng do Brasil foi criada em maio do ano passado, no mesmo mês e ano em que o governador sancionou a Lei 3.624, que autorizou o poder Executivo a realizar a alienação de ações da AZPE. A Lei 3.624 foi sancionada em 13 de maio de 2020.
Essa empresa, cujo capital social declarado é de R$ 5 milhões, estranhamente adquiriu um bem de R$ 25 milhões. O governo havia anunciado um lance inicial de R$ 27 milhões.
A venda foi anunciada para o mundo todo mas acabou na conexão Manaus.
O negócio da China que o governo Gladson Cameli mergulhou pode revelar esquemas não declarados. A compradora, segundo fontes, vem acompanhada de um laranjal.
Oficialmente, a China Haiyng tem entre os seus sócio o ex-auxiliar administrativo de um empresa de eletrônicos na Zona Franca de Manaus chamado Eric Chhai. O sócio, no entanto, seria o testa de ferro do seu tio Marcos Chhai, um cujo nome verdadeiro é Chhai Kwo Chheng.
Naturalizado brasileiro, Chhai Kwo Chheng tem uma vasta folha corrida. Foi preso em Roraima, em 2014, sob a acusação desviar recursos previdenciários. Em 1998, foi acusado de fraudar licitação, justamente por está envolvido numa fracassada tentativa de criação de um pólo industrial em Rosário (MA).
No Acre, a empresa tem como representante o contador José Mauricio Prado.
É bom os órgãos de controle abrirem os olhos para esse negócio da China.
A investigação é do jornalista Léo Rosas, leia matéria completa em Portal do Rosas.
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