A violência das eleições no México chamaram a atenção do mundo embora tenham tido pouca repercussão no Brasil que mantém mais atenção no que ocorre nos Estados Unidos e na Europa.
Foram registradas 91 mortes de políticos, a maioria de partidos de oposição.
Em Tijuana, na fronteira entre o México e os EUA,um homem jogou uma cabeça decapitada num centro de votação. Ao escapar da polícia, deixou para trás sacolas de plástico com restos humanos. Entre eles, várias mãos.
Em Metepec, no Estado do México, um grupo de 20 homens invadiu um outro centro de votação e destruiu salas e urnas. Várias pessoas ficaram feridas.
A candidata a prefeita de Cutzamala de Pinzón, foi sequestrada. A candidata a prefeita de Moroleón, foi assassinada a tiros durante um ato com moradores. Um candidato a vereador de Acapetahua pelo partido Chiapas Unido, também foi morto a tiros.
Apesar da disputa eleitoral envolver os 500 novos membros da Câmara dos Deputados do México, além de 21 mil cargos regionais: governadores, prefeitos e legisladores locais, a violência se concentrou nas votações regionais,onde os cartéis de narcotráfico financiam políticos, e bandos diferentes disputam o controle de negócios lícitos e ilícitos.
Com informações do jornal O Tempo
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