A responsabilidade pela vigilância das fronteiras é do governo brasileiro e não do FBI

A responsabilidade pela vigilância das fronteiras é do governo brasileiro e não do FBI

Para evitar as muitas críticas da viagem que fez aos Estados Unidos e com custeio pago pelo erário público, o governador Gladson Cameli (PP) e o Diretor de Operações da SEJUSP Ulisses Araújo, inventaram agendas oficiais que não trarão resultados práticos algum.

Primeiro visitaram uma feira de armas no Arizona, a mesma que estiveram em 2020 e que até hoje não apareceu uma arma ou equipamentos fruto da viagem. Depois de diversas críticas por ter se ausentado do estado e ter ido tirar férias em Miame, diante de uma enchente no Acre, o governador postou fotos de uma visita que fez ao FBI de Miame.

Dando uma de diplomatas do Itamaraty, Gladson e Ulisses sabem que governos estaduais não tem prerrogativas legais para deliberar sobre política de cooperação entre polícias federais de países diferentes, pois isso é de competência da União e do Ministério da Justiça.

Seria bem mais barato e simples, o governador agendar uma audiência com o ministro da Justiça do governo de Bolsonaro e mostrar para ele a realidade das nossas fronteira. Seria mais barato trazer o Ministro no Acre, se deslocar com ele até as cidades fronteiriças e diante do olhar, solicitar mais investimentos para trabalhar política de vigilância do nosso território.

Para fortalecer a capacidade de ação dos militares brasileiros ao longo dos 16.886 quilômetros de fronteira terrestre do país, o Ministério da Defesa investiu em diversas políticas Integradas de Monitoramento de Fronteiras, inclusive resultou na criação do GEFRON – Grupamento de Fronteira, formado pelas forças de seguranças do Acre
Outro projeto, iniciado em 2012 pelo Exército Brasileiro, prevê a implementação de um conjunto integrado de recursos tecnológicos – como sistemas de vigilância e monitoramento, tecnologia da informação, guerra eletrônica e inteligência – num prazo de dez anos.

Foto- Agência de Notícias do Acre

Matéria completa no site 3 de Julho

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