Alerta de perigo: 56 crianças morreram nos últimos anos no Brasil vítimas de desafios nas redes sociais

Alerta de perigo: 56 crianças morreram nos últimos anos no Brasil vítimas de desafios nas redes sociais

De acordo com o Instituto DimiCuida, que monitora desafios perigosos na internet, pelo menos 56 crianças e adolescentes entre 7 e 18 anos morreram ou ficaram gravemente feridos no Brasil nos últimos 11 anos devido a desafios online. Esses desafios incluem práticas como o “apagão”, o uso de cotonetes de forma inadequada e a inalação de substâncias tóxicas. Os dados foram publicados pelo Pragmatismo Político.

Especialistas alertam para a importância da supervisão parental e do diálogo aberto com crianças e adolescentes sobre os riscos associados a conteúdos online. A psicóloga infantil Mariana Lopes enfatiza que “a curiosidade natural das crianças, aliada à busca por aceitação nas redes sociais, pode levá-las a participar de desafios perigosos sem compreender as consequências”.​

Enquanto crianças permanecem vulneráveis, mais de 260 deputados federais preferem paralisar o país para livrar o ex-presidente Jair Bolsonaro​ (PL), da cadeia através de um inconstitucional projeto de anistia/impunidade para os crimes de organização criminosa e tentativa de golpe de Estado. Na conta do ex-presidente estão também milhares de mortes durante a pandemia de covid-19 porque ele atrasou a compra de vacina em troca de propina, segundo apurado pela CPI da Covid.

A vulnerabilidade das crianças ao conteúdo disponibilizado livremente na internet é que deveria estar preocupando os representantes do povo.  Se houvesse preocupação, os representantes do povo estariam estudando medidas eficazes para monitorar e regulamentar conteúdos nas plataformas digitais, visando proteger as crianças de práticas que colocam suas vidas em risco, mas no jogo do poder o povo é massacrado e a morte das crianças é ignorada.

A mais recente dessas vítimas foi Sarah Raissa Pereira de Castro, de 8 anos, que morreu vítima do chamado “desafio do desodorante”.

 Sarah Raíssa morreu após participar de um desafio viral envolvendo a inalação de desodorante aerosol incentivada por um desafio popular no TikTok. Ela foi levada ao hospital, mas teve morte cerebral confirmada no domingo (13).

Imagem- CNSS

 

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