União Progressista, uma junção dos partidos União Brasil e Progressistas (PP), remete à Arena, o partido da ditadura militar de 64. Seu DNA é o mesmo: conservador, de direita extrema se necessário, capaz até de flertar com um golpe, a depender das circunstâncias.
Quem sai aos seus não degenera. E do ventre da Arena saíram o União e o Progressistas.
Extinta a Arena, nasceu o PDS, depois Partido Progressista Reformador, Partido Progressista e, por fim, Progressistas. O União Brasil era uma costela do PDS, que depois adotou o nome de PFL. O PFL pariu o Democratas, que pariu o União Brasil, que se fundiu com o resto do PSL que apoiara Bolsonaro em 2018.
Portanto, é “tutta brava gente”, conhecida também como Centrão ou uma parte dele. A federação União Progressista nasce gigante: 109 deputados federais; 14 senadores; 1.343 prefeitos; seis governadores; R$ 953,8 milhões em Fundo Eleitoral e R$ 197,6 milhões em Fundo Partidário, em números do ano passado. A análise é do jornalista Ricardo Noblat.
Imagem- RBTH
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