E Netanyahu? Lula e Moraes serão alvos em relatório de direitos humanos do governo Trump

E Netanyahu? Lula e Moraes serão alvos em relatório de direitos humanos do governo Trump

Enquanto acusa o Brasil de violação de direitos humanos por causa de Bolsonaro, Trump mantém apoio à Israel que mata 28 crianças por dia em Gaza 

De acordo com o jornal estadunidense The Washington Post, o relatório anual de direitos humanos do Departamento de Estado dos Estados Unidos, que deve ser apresentado nesta terça-feira (12) no Congresso estadunidense, deve trazer críticas diretas ao governo Lula (PT) e ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.
O relatório preparado pela gestão Donald Trump, acusa o governo brasileiro de “suprimir desproporcionalmente o discurso de apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro”, réu por tentativa de golpe.
E Netanyahu? Lula e Moraes serão alvos em relatório de direitos humanos do governo Trump

Trump distorce a realidade a seu belprazer

O presidente dos EUA taxou a África do Sul em 30% com a desculpa de pressionar o sobre leis antirracismo. Trump designa de racismo reverso a nova Lei de Terras com a qual a África do Sul busca corrigir a herança da segregação racial do país (apartheid), que confinou a maioria negra em pequenas áreas territoriais durante décadas. A lei antiga que data do início do século 20, confinou 81,7% da população que é formada por negros em uma área total de 13% do território e proibia que pessoas negras comprassem terra fora dessas áreas. O restante do território foi destinado aos brancos invasores que totalizam apenas 7% da população.

A concentração de terras é, segundo os membros do governo sul-africano, o principal motivo da desigualdade social no país. A África do Sul que só se livrou do apartheid em 1994, é considerada a nação mais desigual do mundo. O governo do presidente Cyril Ramaphosa tenta mudar essa situação com uma reforma agrária que deve distribuir terras à população negra mais pobre. Sua nova lei de terras sancionada neste ano, permite a desapropriação sem indenização em caso de propriedades ociosas.

Ela faz parte de um conjunto de leis de proteção e oferece incentivos para empresas que contratarem e promoverem pessoas negras e, em alguns casos, exigem uma determinada porcentagem de acionistas negros para a obtenção de licenças.

Tal como no Brasil, Donald Trump tenta interferir em questões internas da África do Sul, como constata Zane Dangor, diretor-geral do Departamento de Relações Internacionais e Cooperação que denunciou que, para fechar acordo comercial (redução das taxas de importação), o governo dos EUA exige a redução da soberania: “claramente, o que nos preocupa é exigir de nós a redução da soberania em determinadas questões para obter esse acordo (comercial)”.

Nunca foi por violação de Direitos Humanos

Donald Trump não se contenta em ser presidente dos Estados Unidos, cargo  para o qual foi eleito, ele busca meios de também governar o Brasil e a África do Sul. Enquanto usa Jair Bolsonaro (PL), e um pseudo genocídio de agricultores brancos na África do Sul, para atingir seu intento, finge desconhecer as violações diárias de direitos humanos praticadas por seu aliado Benjamin Netanyahu.

Segundo o Unicef, os ataques de Israel na Faixa de Gaza já mataram mais de 50 mil crianças. Uma média de 28 crianças assassinadas por dia e deixado 1.561 crianças palestinas (1.131 meninos e 430 meninas) mutiladas .

Médicos, jornalistas, pessoas idosas, estão sendo mortas. Pessoas famintas servem de alvos para os soldados israelenses quando vão buscar comida.

Trump não considera tudo isso violação de direitos humanos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Enquanto acusa o Brasil de violação de direitos humanos por causa de Bolsonaro, Trump mantém apoio à Israel que mata 28 crianças por dia em Gaza todos os dias em meio aos ataques israelenses e ao bloqueio humanitário na região, afirmou o Unicef

 

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