“Vamos triplicar nossas capacidades de interdição na zona marítima”, afirmou em um vídeo compartilhado nas redes sociais com uma música de guerra ao fundo.
O governo equatoriano publicou nesta semana um decreto que autoriza os militares americanos a permanecer em território equatoriano por até 180 dias sem visto e concede a eles imunidade migratória.
Trump, aliado regional de Noboa, promove uma política antidrogas com bombardeios e ataques terrestres no continente americano.
Em 2025, o mandatário republicano lançou uma campanha de bombardeios contra supostas lanchas associadas ao tráfico de drogas no Caribe e no oceano Pacífico, que até agora deixou pelo menos 215 mortos.
Em um referendo de 2025, os equatorianos votaram contra a implantação de bases militares americanas no país.
A ONG Human Rights Watch e a imprensa internacional denunciam que os Estados Unidos estariam por trás dos bombardeios a lanchas pesqueiras no Equador, que deixaram ao menos oito desaparecidos.
Questionado sobre o assunto, o governador Jaramillo disse que só responderia a “acontecimentos reais”. Com informações da AFP