Governador reuniu sua base de sustentação para uma demorada reunião nesta segunda-feira.
Sem conseguir que nenhum dos 9 deputados retirasse a assinatura, a alternativa encontrada para dificultar a apuração das possíveis irregularidades na Secretaria de Educação, foi apresentar um pedido de CPI que retrocede as investigações ao ano de 2016, período que já foi analisado pelo TCE e cujos fatos foram objeto de diversas sindicâncias.
A jogada consiste em pressionar a oposição e independentes a aderir ao requerimento da base, que, em tese, é mais amplo e abrangeria o pedido da oposição. Entretanto caso o bloco oposição/independentes desistir ao requerimento deles e aderir ao da base, a lógica será começar os trabalhos pela ordem cronológica, iniciando pela análise de fatos de anos pretéritos, para ganhar tempo e não atingir os fatos presentes: “Não vamos abrir mão da nossa CPI. Eles que façam a deles. Serão duas CPIs então”, afirma o deputado Daniel Zen (PT).
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