Em postagem feita em um perfil de rede social, um dos coordenadores do Movimento Popular contra os abusos na cobrança de energia no Acre Francisco panthio, questionou a omissão dos principais órgãos fiscalizadores no Acre.
A crítica foi direcionada para o IPEEM – Instituto de Pesos e Medidas e o PROCON, que segundo o mesmo são negligentes quanto ao seu dever de acompanhar as ações de interesse dos consumidores acreanos. Segundo Panthio, o governo parece ter pouco interesse nesse assunto ENERGISA, a prova disso é não colocar servidores e profissionais nesses órgãos e assim garantir a fiscalização dos serviços prestados pela empresa campeã de reclamação.
“A luta dos acreanos para questionar os possíveis abusos praticados pela Energisa no Acre é uma verdadeira saga, pois mesmo diante de inúmeros movimentos e mobilizações populares para chamar atenção dos órgãos de controle, a impressão que se tem é que nada acontece diante de milhares de reclamações de consumidores.O papel do IPEEM – Instituto de Pesos e Medidas, consiste em garantir a venda de produtos e serviços com preços compatíveis ao peso, qualidade e segurança expostos no mercado, de acordo com as Normas e Regulamentos Técnicos Metrológicos delegadas pelo Inmetro”, disse.
Panthio ainda pontuou que, a última esperança é o MPE – Ministério Público do Acre, que demonstrou interesse em se debruçar nas denúncias feitas e tem a chance de abrir um inquérito para analisar o comportamento da Energia no Acre.
“Estamos jogando a última esperança no MPE, pois esse sim pode fazer algo imparcial e com resultados dessa guerra para pegarmos uma energia justa. O MPE pode recomendar ao governo a contratação de fiscais para PROCON e IPEEM, pois é inadmissível que a Energisa se auto fiscalize e ninguém faça nada”, finalizou Francisco Panthio.
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